Saúde Capilar
Queda de Cabelo e Tricologia
Antes de tratar, perceber porquê. A queda de cabelo tem causas muito diferentes e cada uma responde a um tratamento diferente.
Causas mais frequentes
- Alopecia androgenética — a mais comum, com miniaturização progressiva do folículo e padrão característico.
- Eflúvio telogénico — queda difusa e abrupta, dois a três meses após um fator desencadeante: parto, cirurgia, doença, dieta restritiva, stress intenso.
- Causas nutricionais e metabólicas — défice de ferro, alterações da tiroide, carências vitamínicas.
- Alopecia areata — perda em placas bem delimitadas, de origem autoimune.
- Doenças do couro cabeludo — dermatite seborreica e psoríase, que podem agravar a queda.
Diagnóstico
A consulta inclui história clínica detalhada, observação do couro cabeludo e do padrão de queda e, quando indicado, análises para despistar causas sistémicas.
Esta etapa não é acessória. Tratar uma queda por défice de ferro com mesoterapia não resolve o problema — resolve-se corrigindo o ferro.
Tratamentos
- Terapêutica médica — tópica ou oral, conforme a causa.
- Mesoterapia capilar — microinjeções de vitaminas e substâncias que estimulam o folículo, em protocolo de várias sessões.
- PRP — plasma rico em plaquetas obtido do próprio sangue, com fatores de crescimento que atuam sobre o folículo.
- Microagulhamento capilar — melhora a vascularização e potencia a absorção de tópicos.
- Correção de défices — suplementação orientada por análises, não por suposição.
Perguntas frequentes
Quando devo procurar ajuda?
Quando notar uma alteração clara do padrão habitual: mais queda do que o normal para si durante mais de algumas semanas, afinamento do cabelo, ou couro cabeludo mais visível. Quanto mais cedo, maior a margem de intervenção.
O PRP dói?
Há desconforto durante as microinjeções no couro cabeludo, que é uma zona sensível. Usa-se anestésico tópico e a sessão é relativamente rápida.
A queda pós-parto é recuperável?
Na maioria dos casos sim. É um eflúvio telogénico desencadeado pela alteração hormonal, tipicamente com recuperação espontânea ao longo de seis a doze meses. Convém, ainda assim, despistar défices de ferro associados.
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A informação desta página tem carácter informativo e não substitui uma consulta médica. Todos os procedimentos exigem avaliação clínica prévia. Os resultados variam de pessoa para pessoa e dependem de fatores individuais avaliados em consulta.
